"Honey, I rose up from the deads. I do it all the time."

25 de abr. de 2018

25/04/2018


Então, hoje eu fiz 21 anos.

Agora eu definitivamente entrei na casa dos 20, agora eu não tenho um pouco mais que 19, é outra história.

O dia de hoje representa muito, não só por ser meu aniversário, mas por ser o aniversário DESSE ano, por todas as coisas que existem de diferente na minha vida hoje em relação aos 25s de abril dos anos anteriores e por todas as coisas pelas quais eu passei no último ano.

Hoje é o início de um ciclo no qual eu adentro com experiências fortes, posso dizer que pesadas e algumas muito ruins, mas a vida me trouxe aqui e o meu papel, agora, é buscar aproveitar essas experiências como base para desenvolver a sabedoria necessária para circunstâncias futuras. Felizmente, também posso dizer que é um ciclo que se inicia com uma bagagem extensa de experiências boas.

Hoje, mais do que em qualquer aniversário, eu posso dizer que atravessei muitas extensas batalhas. Eu estou aqui, firme, de pé, cada vez com mais vontade de seguir. Isso é mágico, acredite.

Todos que me conhecem um pouquinho sabem a relação que eu tenho com o dia do meu aniversário, com meu signo, com Vênus, Afrodite e com toda a energia envolvida nisso. Esse é, para mim, um dos dias mais poderosos do ano.

Desde os 15 anos, essa energia toda transborda anualmente em dezenas de lágrimas que insistem em rolar por meu rosto, seja com um motivo que as justifique ou, aparentemente, só por ser meu aniversário. Hoje não foi diferente, as gotas escorreram por meu rosto à meia noite e por parte da madrugada, enquanto outras gotas escorriam do lado de fora, por toda a madrugada, por parte da manhã e alguns outros momentos do dia, porém, outra coisa que quem me conhece sabe é o quanto eu fico triste com chuva, o quanto eu sou movida pela luz Solar, e hoje o Sol se abriu pra mim (ou não foi pra mim, que seja), a chuva deu espaço para que o dia brilhasse e esse foi um presente da natureza que eu agradeci com o peito cheio de alegria.

Hoje eu só tenho o que agradecer. Pelas coisas boas, pelo aprendizado com as não tão boas, pela força adquirida com as ruins. Obrigada, Universo.

Como em qualquer dia 25 de Abril, eu agradeço à mulher que me gerou, que me guardou por 9 meses dentro de si, que me guardou por mais tanto tempo em seus braços, a mulher mais incrível da minha vida, minha mãe. Agradeço ao pai mais maravilhoso do mundo, que é um dos maiores exemplos de ser humano que a vida me deu e que sempre cuidou e se preocupou comigo mais do que o necessário, àquele com quem tenho a honra e o privilégio de quase dividir o aniversário. Obrigada por tudo, mãe, pai.

E neste dia, em específico, eu agradeço àqueles que fizeram meu dia tão especial, a todos os que reservaram um minutinho ou mais de seu tempo para me desejar felicitações, me dar um abraço. Sobretudo, a meu amigo, irmão, companheiro dos rolês mais zoados, Paulo Gabriel, irmão de regência, de alma e de vida. Obrigada por ter sido minha companhia em um almoço inesquecível e uma tarde maravilhosa, e pelo fotógrafo maravilhoso que és.

Agora, chega, porque isso já está piegas demais e eu ainda tenho outro texto pra escrever.